terça-feira, 27 de julho de 2021

Demasiado óbvio é chover no molhado


Demasiado Óbvio, estabelece um corte com o imaginário e sua mestria para produzir efeitos surpreendentes.
Não há margem para progredir noutros sentidos.
O sentido é único e a evidência é chapada.
Não há surpresas.
Não há gastos de energia em manifestações de surpresa.
Não há suposições, nem divagações.
É notório mas, está longe de ser notável.
Não precisa de apresentações.
Repete uma evidência.
É dado adquirido.
O desafio está em romper o padrão do óbvio e criar algo inesperado que também faça sentido.
Faz sentido?  
 











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